
Federico Valverde chega à temporada 2026/27 ocupando um espaço ainda maior na estrutura do Real Madrid. Depois da saída de Dani Carvajal, o uruguaio assumiu a braçadeira de capitão e passou a ser tratado por José Mourinho como uma das principais peças do novo projeto. Além da liderança, Valverde oferece algo difícil de substituir: intensidade, capacidade de cobrir grandes espaços, força defensiva e qualidade para participar das jogadas ofensivas
Nos primeiros jogos da temporada, Mourinho o colocou em uma função mais central, e o próprio Real Madrid registrava, até setembro, 7 partidas, 1 gol e 1 assistência pelo clube.
O motor do meio-campo madridista?
No meu ver, Valverde pode sim ser o jogador mais importante do meio-campo do Real Madrid, mesmo que não seja necessariamente o mais talentoso tecnicamente. Bellingham pode oferecer mais criatividade, Bernardo Silva mais controle e Tchouaméni mais características defensivas, mas Valverde consegue contribuir em praticamente todas essas áreas.
O que mais chama atenção é sua capacidade de fazer o time funcionar: cobrir espaços, pressionar, carregar a bola, chegar ao ataque e ainda liderar os companheiros. No meu ver, se Mourinho conseguir aproveitar essa versatilidade sem sobrecarregá-lo, Valverde pode ser justamente o equilíbrio que permite ao novo Real Madrid funcionar. Ele já é capitão, e transformar essa liderança fora de campo em influência constante dentro dele pode fazer sua importância crescer ainda mais.
Repórter\ Ian Malta





