
O pentacampeão do mundo, Edilson Capetinha, comentou nesta segunda-feira (6) o que chamou de “decepção” do Brasil na Copa do Mundo dos Estados Unidos, Canadá e México. Em entrevista ao Estúdio I, da Globo News, ele não poupou críticas ao treinador Carlo Ancelotti e ao desempenho da seleção no torneio.
Ao analisar o período de trabalho do italiano, o ex-atacante citou derrotas em amistosos e o desempenho no decorrer de todo o Mundial, que terminou com a pior campanha do Brasil desde 1990 e o maior jejum de títulos na competição: 28 anos.
– O Ancelotti hoje é um treinador fraco, que já estava na descendência no futebol mundial, já não tinha muito para onde ir depois que saísse do Real Madrid. Encontrou um oportunidade de vir para a seleção brasileira, ganhando um dinheiro incrível, que, para realidade do futebol brasileiro é uma coisa astronômica – comentou.
Apesar de elogiar a performance de Vinicius Junior, ele considera que ainda faltam atletas no nível de ídolos anteriores que a seleção teve, além de carências em outras áreas como na lateral. Ele rebate comentários sobre a pouca disponibilidade jogadores altos, como Erling Haaland, da Noruega, ao citar que o argentino Messi é um dos artilheiros da atual edição, com 39 anos e 1,70m.
– O Brasil é uma seleção fraca, uma seleção que não tem defesa, não tem meio campo e não tem ataque. Tem bons jogadores, mas bons jogadores, tem em todas as seleções. A gente não tá acostumado com bons jogadores, nós estamos acostumados com jogadores excelentes, com craques, que fazem a diferença.
– O Brasil é uma seleção fraca, uma seleção que não tem defesa, não tem meio campo e não tem ataque. Tem bons jogadores, mas bons jogadores, tem em todas as seleções. A gente não tá acostumado com bons jogadores, nós estamos acostumados com jogadores excelentes, com craques, que fazem a diferença.
– O problema é que nós temos, além de ter um treinador fraco, nós temos uma seleção frouxa, jogadores frouxos, sem personalidade, e na hora de ir pro jogo, fica todo mundo pipocando – completa.
Ainda durante a entrevista, Edilson criticou a condução da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Ele reclamou, inclusive, da dificuldade em conseguir, junto à entidade, ingressos para as partidas do Brasil.
– É sempre a mesma panelinha – disse o campeão do Mundo em 2022, que balançou as redes em seis oportunidades no decorrer dos nove anos em que defendeu a amarelinha.





