
Nos últimos anos, o Arsenal passou por um processo claro de reconstrução sob o comando de Mikel Arteta. Apostando em um elenco jovem e talentoso, com nomes como Bukayo Saka e Martin Ødegaard, o clube voltou a disputar o topo da Premier League e a competir em alto nível.
O time apresenta um futebol organizado, intenso e com identidade bem definida, algo que não se via no Arsenal há anos. Além disso, a consistência em boa parte das temporadas recentes mostra que não se trata apenas de um momento isolado.
Projeto sólido ou falta o passo final?
No meu ver, o Arsenal é um candidato real mas ainda incompleto. A equipe já mostrou que consegue competir de igual para igual com gigantes como Manchester City, o que por si só já a coloca no grupo dos postulantes ao título.
O problema está nos detalhes: quedas de rendimento em momentos decisivos, elenco ainda não tão profundo e certa falta de experiência em decisões de alto nível. Isso não significa que seja uma ilusão. Pelo contrário, o Arsenal já deixou de ser surpresa. Mas para sair do “quase” e virar campeão, precisa transformar regularidade em frieza competitiva nos momentos mais importantes.
Repórter\ Ian Malta





