
Desde que se afastou dos lançamentos musicais, Rihanna nunca deixou de ocupar espaço na cultura pop. Sua ausência nos estúdios contrasta com uma presença constante na moda, na beleza e no imaginário coletivo.
Mesmo sem novos álbuns, ela segue relevante, influente e amplamente citada, o que levanta uma dúvida central: o vazio sentido pelo público é musical ou simbólico?
Entre a ausência sonora e a presença cultural
Na minha opinião, Rihanna faz mais falta como artista do que como símbolo cultural. O símbolo segue ativo, poderoso e dominante em outros campos, mas a artista ficou congelada no ponto mais maduro e arriscado da carreira. Sua pausa interrompeu uma evolução que poderia redefinir rumos do pop
Rihanna não desapareceu ela apenas deixou de falar pela música. E é justamente aí que mora a falta.
Repórter\ Ian Malta





