
A segunda rodada da pesquisa BTG/Nexus deste ciclo eleitoral mostra que, no primeiro turno estimulado, o presidente Lula (PT) permanece estável com 41%, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) oscila de 38% para 36%, dentro da margem de erro.
A única variação mais visível, ainda que estatisticamente limitada, é o crescimento de Renan Santos (Missão), que dobra de 2% para 4%.
O dado reforça a leitura de um eleitorado pouco permeável a mudanças no curto prazo, com elevada inércia nas preferências e baixa capacidade de tração para candidaturas fora do eixo principal.
A estabilidade também se reproduz no segundo turno. Lula mantém 46%, enquanto Flávio recua marginalmente para 45%, configurando empate técnico. O mesmo ocorre na rejeição: ambos atingem 48%, indicando níveis elevados e simétricos de resistência eleitoral.
Esse equilíbrio sugere um cenário altamente competitivo, em que ganhos marginais – e não grandes deslocamentos – tendem a definir o resultado.
No plano da avaliação de governo, há uma leve melhora. A aprovação sobe de 45% para 46%, enquanto a desaprovação recua de 51% para 49%, reduzindo o saldo negativo de -6 para -3 pontos.
O dado reforça a leitura de um eleitorado pouco permeável a mudanças no curto prazo, com elevada inércia nas preferências e baixa capacidade de tração para candidaturas fora do eixo principal.
A estabilidade também se reproduz no segundo turno. Lula mantém 46%, enquanto Flávio recua marginalmente para 45%, configurando empate técnico. O mesmo ocorre na rejeição: ambos atingem 48%, indicando níveis elevados e simétricos de resistência eleitoral.
Esse equilíbrio sugere um cenário altamente competitivo, em que ganhos marginais – e não grandes deslocamentos – tendem a definir o resultado.
No plano da avaliação de governo, há uma leve melhora. A aprovação sobe de 45% para 46%, enquanto a desaprovação recua de 51% para 49%, reduzindo o saldo negativo de -6 para -3 pontos.





