
Mesmo aos 38 anos, Lionel Messi continua sendo um dos nomes mais influentes do futebol mundial. Após sua ida para o Inter Miami, muitos passaram a questionar o nível competitivo em que o argentino atua atualmente, especialmente por estar fora do eixo principal do futebol europeu.
Ainda assim, Messi segue acumulando números expressivos e participações decisivas, seja em gols ou assistências. Sua leitura de jogo, controle de ritmo e capacidade de criar jogadas continuam sendo diferenciais raros mesmo em um contexto menos exigente que ligas como a europeia.
Decisivo no presente ou legado que fala mais alto?
Na minha opinião, Lionel Messi ainda decide jogos grandes mas de uma forma diferente. Ele não é mais o jogador explosivo que dominava partidas sozinho com arrancadas e dribles constantes. Hoje, sua influência está muito mais na inteligência, no posicionamento e na capacidade de definir lances em momentos-chave.
O ponto central da discussão está no contexto: fora da elite europeia, Messi tem menos oportunidades de provar seu impacto em jogos de altíssimo nível com frequência. Isso alimenta a ideia de que ele vive mais do passado do que do presente. Mas quando o cenário exige qualidade e frieza, ele ainda aparece. Pode não ser mais dominante como antes, mas continua sendo decisivo agora com mais cérebro do que intensidade.
Repórter\ Ian Malta





