
O Fair Play Financeiro foi criado com o objetivo de promover equilíbrio econômico entre os clubes, evitando gastos excessivos e garantindo maior sustentabilidade financeira. A proposta central é impedir que equipes gastem mais do que arrecadam, reduzindo riscos de endividamento e colapso financeiro.
Em teoria, o sistema busca tornar as competições mais justas. Na prática, porém, clubes já consolidados financeiramente, como Real Madrid, Manchester City e Paris Saint-Germain, continuam dominando o mercado, enquanto equipes menores enfrentam dificuldades para crescer. Além disso, brechas nas regras e punições inconsistentes levantam questionamentos sobre a eficácia real do sistema.
Minha opinião: a ideia é boa, a aplicação falha
Na minha opinião, o Fair Play Financeiro falha mais na execução do que no conceito. Acredito que, do jeito que é aplicado hoje, ele acaba protegendo quem já é rico e limitando quem tenta alcançar esse patamar. Para mim, sem regras mais claras e punições equilibradas, o Fair Play deixa de ser uma ferramenta de justiça e passa a ser apenas um filtro seletivo
Repórter\ Ian Malta





