
O futebol europeu concentra alguns dos maiores holofotes do esporte mundial, mas nem todos os jogadores de alto rendimento recebem a atenção midiática proporcional ao que entregam dentro de campo.
Em meio a grandes estrelas e clubes extremamente populares, diversos atletas acabam ficando em segundo plano, apesar de desempenhos consistentes e impacto direto em suas equipes. Entre esses nomes, é possível destacar Koopmeiners (Atalanta), peça central no meio-campo italiano, Schlotterbeck (Borussia Dortmund), com alto nível defensivo na Bundesliga, e Kubo (Real Sociedad), que se sobressai pela técnica e criatividade. Também merecem menção Mats Wieffer (Feyenoord), Jonathan David (Lille) e Bastoni (Inter de Milão), todos com desempenho consistente, mas pouca valorização midiática.
Reconhecimento não acompanha o desempenho
Na minha visão, esses jogadores entregam muito mais em campo do que recebem em atenção fora dele. Acredito que a falta de visibilidade está mais ligada ao marketing e ao peso dos clubes do que à qualidade individual. Para mim, nomes como Koopmeiners, Kubo e Jonathan David já deveriam ocupar um espaço maior no debate sobre os principais jogadores da Europa. O talento está evidente; o que falta é reconhecimento proporcional ao que produzem.
Dito isso, o futebol europeu ainda valoriza mais o nome e o marketing do que a constância e o desempenho coletivo. Esses atletas provam que é possível jogar em alto nível sem estar diariamente nas manchetes, mas isso não deveria ser o normal. Dar mais visibilidade a esses jogadores é também valorizar o futebol bem jogado, e não apenas o espetáculo fora de campo.
Repórter\ Ian Malta





