
O Esporte Clube Vitória vem se movimentando no mercado de transferências visando a temporada 2026, buscando reforçar o elenco para melhorar o desempenho esportivo e evitar instabilidades ao longo do ano. Entre as principais contratações confirmadas, destaca-se o atacante Erick, adquirido em definitivo após período de empréstimo.
O clube investiu cerca de R$ 7 milhões por 50% dos direitos econômicos do jogador, que assinou contrato até dezembro de 2028, tornando-se uma das maiores aquisições da história do Vitória. Outro reforço relevante foi o lateral direito Mateusinho, que chegou após boa passagem pelo Cuiabá.
O atleta assinou contrato válido por três temporadas, até o final de 2028, em uma negociação que girou em torno de US$ 600 mil (aproximadamente R$ 3,3 milhões). Já para o meio-campo, o clube anunciou a contratação do volante Caíque Gonçalves, vindo do Juventude, com contrato de dois anos, válido até 2027, apostando em experiência e solidez defensiva
Na minha visão, acertos claros e sinais de planejamento.
O Vitória acertou em cheio em algumas dessas contratações, especialmente na compra definitiva de Erick. Apesar do alto investimento para a realidade financeira do clube, acredito que se trata de um movimento coerente, já que o jogador já estava adaptado ao elenco e mostrou potencial para ser decisivo. Garantir um contrato longo até 2028 demonstra planejamento e evita a perda precoce de um ativo importante.
Também considero positiva a contratação de Mateusinho, pois a lateral direita é uma posição que exige regularidade, e o jogador chega com rodagem em competições nacionais. O tempo de contrato mostra que o clube pensa no médio prazo, algo que nem sempre foi comum em gestões anteriores. No caso de Caíque Gonçalves, vejo como uma aposta segura: não é uma contratação de impacto midiático, mas pode ser extremamente útil dentro de campo, principalmente em jogos mais físicos e equilibrados.
Repórter\ Ian Malta





