
O presidente Donald Trump parabenizou o brasileiro Paulo Borrachinha após a vitória do mineiro no UFC 327, na noite de sábado (11), em Miami.
O político, que acompanhava o evento da primeira fila no Kaseya Center, aproveitou o encontro na grade do octógono para elogiar a aparência do competidor, afirmando que ele “poderia ser um modelo” e que é “bonito demais para ser um lutador”.
A interação aconteceu logo após Borrachinha nocautear o russo Azamat Murzakanov e dedicar uma “dança da vitória” ao líder americano.
Ao se aproximar para cumprimentar o presidente, o brasileiro agradeceu o apoio em inglês: “Obrigado por fazer o que você está fazendo”. Trump respondeu exaltando o físico do lutador:
“Você é um cara bonito. Você poderia ser um modelo. Você é bonito demais para ser um lutador”, disse.
O registro do encontro foi publicado no perfil pessoal de Dan Scavino, assistente do presidente e diretor do Gabinete de Pessoal Presidencial da Casa Branca, na rede social X (antigo Twitter).
‘Coisas não estão boas no Brasil’, diz lutador
Após o combate, em entrevista coletiva, Borrachinha comentou sobre o teor da conversa com o presidente americano.
“Sou brasileiro e temos alguns amigos em comum. As coisas não estão boas no Brasil agora, então tivemos uma pequena conversa”, afirmou o lutador.
Performance no octógono
A vitória sobre Azamat Murzakanov encerrou a invencibilidade do russo, que ocupava a 6ª posição no ranking da categoria meio-pesado (até 93 kg).
O nocaute reafirma a posição de Borrachinha na organização em uma noite que também consagrou Carlos Ulberg como campeão.
A presença do republicano no evento esportivo ocorreu em meio ao fracasso das negociações de um cessar-fogo entre Washington e Teerã, conduzidas pelo vice-presidente JD Vance no Paquistão.
Enquanto as delegações encerravam as conversas sem acordo, Trump acompanhava as lutas em Miami ao lado do secretário de Estado, Marco Rubio.
Questionado sobre o impasse diplomático antes de embarcar para a Flórida, o presidente minimizou a situação, afirmando que “não faz diferença” se um consenso for alcançado ou não com o governo iraniano.





