Tempo, corpo e ancestralidade marcam abertura do 1º Salão de Artes da CUIA

Misturando música, poesia e interação, a apresentação transforma o palco em um espaço de diálogo entre corpo, território e ancestralidade. A obra convida o público a refletir sobre o presente e os caminhos que estão sendo construídos coletivamente.

Com uma trajetória plural, Diego reúne em sua formação arte, espiritualidade e ciência. Além de performer, é cantor, compositor, abiã, engenheiro civil e mestrando pela Universidade Estadual de Feira de Santana. Sua pesquisa artística atravessa o tempo como elemento vivo, carregado de memórias e significados.

Mais do que um espetáculo, a performance é um convite à inquietação. Em cena, o artista tensiona o cotidiano e levanta uma pergunta que ecoa para além do teatro: é realmente preciso contrariar o fim?

📍 A apresentação acontece no dia 24 de março, às 18h30, no Cine Teatro Cachoeirano.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

19 + dois =