
Nos últimos anos, o Manchester City deixou de ser apenas uma potência financeira para se tornar uma máquina competitiva. Sob o comando de Pep Guardiola, o clube acumulou títulos da Premier League, conquistou a tão sonhada UEFA Champions League e estabeleceu um padrão de jogo baseado em posse, intensidade e controle absoluto das partidas.
A tríplice coroa em 2022–23 colocou o City em um patamar histórico, comparável a grandes dinastias do futebol europeu. Mais do que vencer, o City domina. Controla ritmo, estatísticas, elenco e até o mercado. Diferente de equipes que vivem picos momentâneos, o projeto parece estruturado para manter desempenho constante. Isso levanta a questão: estamos vendo apenas um grande ciclo ou a maior hegemonia do futebol moderno?
Hegemonia histórica ou domínio contextual?
Na minha opinião, o Manchester City é sim o time mais dominante da era recente principalmente pela consistência. Não é apenas um título isolado, mas uma sequência de temporadas em alto nível, reinventando o próprio estilo quando necessário. Porém, é importante considerar o contexto financeiro e estrutural que sustenta esse sucesso.
Repórter\ Ian Malta





