
Cristiano Ronaldo sempre foi sinônimo de competitividade extrema. Obsessão por desempenho, preparação física impecável e fome por recordes moldaram sua carreira. Mesmo após os 35 anos, ele continuou acumulando números impressionantes e mantendo protagonismo onde quer que estivesse. Mas o cenário mudou.
Hoje, além de atleta, ele é uma das maiores marcas esportivas do planeta. Patrocínios, redes sociais, influência global sua imagem ultrapassou o campo. Isso levanta a dúvida: a competitividade ainda é o centro ou a marca se tornou maior que o jogador?
Atleta dominante ou símbolo global?
Na minha opinião, Cristiano ainda é competitivo, mas em um contexto diferente. Ele talvez não esteja mais no epicentro técnico do futebol europeu, porém mantém mentalidade de alto rendimento e busca constante por recordes. A diferença é que agora sua relevância vai além do desempenho esportivo.
Ele virou marca global sem deixar de competir mas o peso da narrativa mudou. Antes, a discussão era “melhor do mundo?”. Hoje é “qual o tamanho do seu legado?”. E talvez essa seja a maior prova de impacto: ele não é apenas um jogador é uma era.
Repórter\ Ian Malta





