
Quando o PlayStation 5 foi lançado, a expectativa era enorme: sucessor de uma das plataformas mais bem-sucedidas da história, credenciado por grandes exclusivos e forte presença global. O PS5 entregou poder técnico real, compatibilidade com a geração anterior e um catálogo inicial competitivo porém, nem todas as decisões tomadas desde então foram unanimidade entre jogadores e mercado
O console dominou as vendas, e títulos como Horizon Forbidden West, God of War Ragnarok e Marvel’s Spider-Man 2 fizeram jus à proposta de plataforma premium. Ao mesmo tempo, o cenário competitivo se intensificou com a presença mais agressiva da Microsoft e o crescimento dos jogos como serviço, o que forçou a Sony a repensar estratégias.
Acertos são claros mas há perguntas sem resposta
Na minha opinião, a Sony acertou mais do que errou com o PS5, mas nem tudo foi perfeito. A decisão de apostar em exclusivos fortes e potentes conquistou o público clássico porém, a ausência de retrocompatibilidade total com jogos antigos incomodou parte da base.
A adoção de tecnologias como SSD de alto desempenho e feedback háptico no controle mostrou visão de futuro, mas a falta de títulos verdadeiramente inovadores no início da geração gerou sensação de que a plataforma “foi embora pelo desempenho, mas não surpreendeu pelo conteúdo”. Se o PS5 se consolidou como um dos consoles mais bem-sucedidos da história recente?
Sim.
Se todas as escolhas foram certas? Isso ainda dá muito pano pra manga especialmente considerando o que a geração PS5 Pro pode significar no futuro.
Repórter\ Ian Malta
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