
Estêvão surgiu rapidamente como um dos talentos mais observados do futebol brasileiro recente. Com maturidade técnica acima da média para a idade, leitura de jogo refinada e capacidade de decidir partidas, o jovem atacante se destacou em um contexto competitivo e de alta exigência.
Sua adaptação precoce ao futebol profissional, aliada à personalidade em campo, o colocou no radar do mercado internacional e alimentou comparações com grandes nomes revelados nos últimos anos. Ainda assim, a discussão sobre ser ou não a maior joia do país envolve variáveis como constância, contexto coletivo e projeção a médio prazo.
Talento existe, mas o rótulo pesa
Na minha opinião, Estêvão tem tudo para se tornar a maior joia do futebol brasileiro atual, mas o rótulo ainda chega cedo demais. O talento é evidente, a personalidade impressiona e o potencial é enorme, porém a confirmação passa por continuidade e evolução sob pressão.
Mais do que acelerar comparações, o essencial é permitir que ele cresça no próprio ritmo. Se isso acontecer, o debate deixa de ser projeção e passa a ser constatação.
Rpórter\ Ian Malta





