
Brad Pitt construiu uma das carreiras mais sólidas e reconhecidas de Hollywood, transitando entre papéis de protagonista e atuações de apoio com naturalidade. Ao longo dos anos, seu nome deixou de estar necessariamente atrelado ao centro da narrativa e passou a aparecer com mais frequência em personagens secundários, muitas vezes roubando a cena mesmo com menos tempo em tela
Essa mudança de posicionamento levanta o debate sobre se Pitt abriu mão do protagonismo ou se apenas redefiniu seu espaço dentro do cinema atual.
A escolha é consciente, e não rebaixamento
Na minha opinião, Brad Pitt não virou um coadjuvante por falta de espaço, mas por escolha. Ele parece mais interessado em papéis que acrescentem algo à história do que em carregar o peso de um filme inteiro. Existe uma liberdade clara em suas escolhas recentes, típica de quem já não precisa provar nada.
O termo “coadjuvante de luxo” soa como crítica, mas na prática revela maturidade artística. Pitt entendeu que relevância não está apenas em ser o centro da cena, mas em fazer cada aparição valer a pena.
Repórter\ Ian Malta





