
O futebol europeu e sul-americano conta com clubes de enorme peso histórico, construído a partir de títulos, ídolos e gerações marcantes. No entanto, em alguns casos, essa tradição passou a ser mais lembrada do que reproduzida dentro de campo. Resultados irregulares, projetos esportivos instáveis e dificuldades financeiras colocam em evidência equipes que seguem grandes no nome, mas distantes do protagonismo esportivo.
Exemplos recorrentes incluem Vasco da Gama e Santos, clubes que carregam enorme legado, mas que enfrentam dificuldades para manter competitividade constante. A camisa segue pesada, mas o desempenho atual nem sempre acompanha a história construída.
Tradição não ganha jogo sozinha
Na minha visão, viver de passado é um risco. Acredito que tradição abre portas, mas não sustenta resultados. Para mim, clubes que se apoiam apenas na história acabam mascarando problemas estruturais e atrasando reconstruções necessárias. No futebol atual, planejamento e gestão valem mais do que memória. Além do fato de que também os clubes devem deixar para trás o que passou, para poder ver o que está por vir, independente do que virá.
Repórter\ Ian Malta





