
No futebol mundial, alguns jogadores apresentam desempenhos significativamente melhores quando defendem suas seleções do que em seus clubes. Seja por encaixe, confiança, função em campo ou identificação com o estilo de jogo, esses atletas conseguem expressar seu melhor futebol em competições internacionais, mesmo sem repetir o mesmo nível ao longo das temporadas de clubes.
Entre os exemplos mais citados estão Antoine Griezmann (Atlético de Madrid / França), que historicamente se destaca em torneios pela seleção francesa, Ángel Di María ( Atlético de Rosário / Argentina ), frequentemente decisivo em finais internacionais, e James Rodríguez ( Atualmente sem clube / Colômbia ), cujo rendimento pela Colômbia costuma superar o apresentado em clubes. Também entram nesse debate Hirving ( PSV / México) e Keylor Navas ( Newell’s Old Boys / Costa Rica ).
Na seleção, o jogador é potencializado
Na minha visão, esses jogadores não rendem mais por acaso nas seleções. Acredito que o contexto pesa muito: menos jogos, função mais clara e maior confiança fazem diferença. Para mim, quando o atleta se sente peça central do projeto, como costuma acontecer em seleções, o rendimento naturalmente sobe, algo que nem sempre acontece em clubes grandes e competitivos.
Repórter\ Ian Malta





